Organização brasileira
dedicada a promover
ação climática,
democracia e justiça
através da comunicação
estratégica.
Transformar realidades exige
transformar conversas.
O ICCI - Instituto Cultura, Comunicação e Incidência entende a comunicação estratégica como um recurso central para promover avanços nas agendas de clima, democracia e justiça e trabalha para fortalecer um ecossistema de iniciativas robustas, com potencial para impulsionar políticas públicas e ações privadas capazes de promover mudanças concretas e positivas nessas áreas.
Notícias
No Festival Latinidades, Taiane de Bittencourt, do ICCI, mediou uma conversa entre representantes de quatro festivais sobre as estratégias, a intencionalidade e o cuidado envolvidos na construção de públicos e na manutenção de comunidades.
Evento parte dos saberes locais do único bioma exclusivamente brasileiro para discutir respostas à emergência climática e fazer da Caatinga uma voz para o mundo. O ICCI acompanhou a programação com visitas de campo e participou do painel "Reescrever a Caatinga: comunicação, clima e identidade".
A publicação apresenta os números do primeiro ano de apoio financeiro direto a organizações e dá voz a pessoas que mostram, na prática, que transformar realidades também passa pela capacidade de transformar conversas.
Durante o “Audiências Brasileiras”, Felipe Alfieri falou sobre comportamento digital, fragmentação da atenção e os desafios de aproximar a Gen Z de debates sobre clima, democracia e justiça
No evento “Audiências Brasileiras”, a cantora e compositora relembra sua trajetória e fala sobre seu processo de dar forma ao que muitas vezes ainda não encontra linguagem.
Diretora da Ipsos-Ipec aponta que formas tradicionais de mensuração já não dão conta de capturar por completo influência, engajamento e formação de opinião.
A jornalista aponta como as experiências dessas mulheres contribuem para a construção de audiências enraizadas em território, identidade e vivência.
Evento reuniu painelistas e público qualificado para discutir os desafios de uma disputa por atenção cada vez mais complexa, fragmentada e assimétrica.
Técnico em Administração e graduando em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Patrick possui experiência no relacionamento com parceiros estratégicos dos setores público, privado e do terceiro setor. Atuou por mais de dois anos no INCAvoluntário.
Formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Taiane atua como facilitadora especializada em iniciativas de impacto social e climático e possui ampla experiência na liderança de programas.
Autor de “Brasil no espelho: Um guia para entender o Brasil e os brasileiros”, o cientista político debateu como mudanças climáticas, justiça social e outros temas tendem a ser disputados no contexto eleitoral.
O artista também falou sobre sua trajetória no encontro, realizado no Rio de Janeiro, que reuniu lideranças de institutos e fundações para debater caminhos para fortalecer a comunicação na filantropia.
Pesquisadora do ISER, Carô Evangelista destaca que falar de religiosidade no Brasil é, no fundo, falar do país em si. Ao analisar o atual cenário de pluralização e transição religiosa, mostra como essas transformações ajudam a compreender a participação das comunidades de fé em campos como a política e o audiovisual.
Presidente do Instituto Afrolatinas fala sobre a escolha da Marcha das Mulheres Negras de definir a cultura como um ativo central da mobilização e sobre como essa decisão ajudou a traduzir pautas complexas para públicos diversos.
Criador e diretor do Instituto Psica, Jeft fala sobre a Casa Dourada e sobre como o encontro entre arte, política e cultura ajuda a reaprender o futuro. Um aprendizado inspirado nos povos amazônidas, que há gerações ensaiam formas de viver com a floresta, o tempo e o outro.
Yná Kabe Rodríguez Olfenza compartilha a história de como a cultura ballroom foi celebrada na Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, revelando a potência dos encontros entre mulheres negras cis, trans e travestis.
Ao refletir sobre a desinformação climática, Thais destaca o momento em que a integridade da informação passou a integrar a COP como uma condição para a governabilidade climática e foi incorporada, pela primeira vez, ao texto oficial final da conferência, abrindo espaço para conversas estratégicas sobre o tema.
Diretora do Novas Narrativas Evangélicas e mestra em comunicação digital, Luciana fala sobre a construção de novas narrativas a partir das fissuras dos sistemas opressores e sobre a possibilidade de viver uma fé e uma espiritualidade pautadas pela justiça, diversidade e sonhos coletivos.
Fundador do Tapajós de Fato e assessor no Comitê COP30, Marcos fala sobre a importância de reconhecer a crise climática não apenas como um debate científico e ambiental, mas como uma questão social, econômica e política que atravessa o cotidiano das pessoas.
"Imprimiram em mim um amor pela negritude e por tudo o que vem com ela". Uma história que começa na Bahia, passa pelos movimentos de mulheres negras e chega à comunicação da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, mobilização que reuniu 300 mil pessoas em Brasília.
Ronan fala sobre o trabalho do Movimento Negro Evangélico (MNE) na promoção de ações antirracistas e na mobilização do segmento evangélico para refletir a justiça climática e reconhecer o caráter social e político das catástrofes associadas à emergência climática.
Histórias
Pesquisadora do ISER, Carô Evangelista destaca que falar de religiosidade no Brasil é, no fundo, falar do país em si. Ao analisar o atual cenário de pluralização e transição religiosa, mostra como essas transformações ajudam a compreender a participação das comunidades de fé em campos como a política e o audiovisual.
Presidente do Instituto Afrolatinas fala sobre a escolha da Marcha das Mulheres Negras de definir a cultura como um ativo central da mobilização e sobre como essa decisão ajudou a traduzir pautas complexas para públicos diversos.
Publicações
A publicação apresenta os números do primeiro ano de apoio financeiro direto a organizações e dá voz a pessoas que mostram, na prática, que transformar realidades também passa pela capacidade de transformar conversas.
A publicação aponta caminhos que reforçam o poder da cultura para fortalecer a democracia e promover justiça social.
A publicação convida a refletir sobre o clima e a comunicação a partir de diferentes prismas. É como um passaporte para a sala onde diversas lideranças do ecossistema de comunicação climática se reuniram para conversar sobre os rumos da agenda do clima no Brasil.
Conheça as motivações por trás da criação do ICCI, além dos principais acontecimentos e das estratégias que marcaram o primeiro ano completo da organização.

